Jubileu de Prata - Centro Cultural Justiça Federal
O ano de 2026 é especial para o Centro Cultural Justiça Federal (CCJF). Localizado na Cinelândia, Centro do Rio de Janeiro, o espaço celebra 25 anos de existência como Centro Cultural. Destinado inicialmente para ser a Mitra Arquiepiscopal, o prédio foi adquirido para a instalação do Supremo Tribunal Federal (STF) e teve sua inauguração solene em 3 de abril de 1909. Projetado pelo arquiteto Adolpho Morales de Los Rios, o edifício é um dos mais importantes testemunhos da arquitetura eclética na cidade. Até 1960, ele abrigou a antiga sede do STF quando da transferência da Capital Federal para Brasília. Enquanto STF, a Sala de Sessões, conservada até hoje, foi cenário de julgamentos emblemáticos, entre eles os Habeas Corpus do senador Rui Barbosa, em 1914, e da alemã Olga Benário, judia e militante comunista, no ano de 1936.
Para marcar o jubileu de prata, o CCJF, em parceria com a Casa da Moeda do Brasil, desenvolveu uma medalha comemorativa que, junto de um certificado de Mérito Cultural, homenageará personalidades, autoridades e amigos da instituição. Ela foi desenhada tendo dois elementos principais: a rosácea, grande vitral redondo, nas cores amarela e verde, que emoldura uma das paredes do CCJF, e o busto da deusa romana Iustitia, escultura que aparece nas enormes portas de entrada do prédio, simbolizando a personificação da Justiça.
Reconhecido por incentivar e garantir o acesso da população às diversas formas de expressão cultural, o CCJF abriga exposições, peças teatrais, espetáculos de dança e de música, mostras de cinema, cursos, seminários, palestras, dentre outras atividades. Mantido pelo Tribunal Regional Federal 2ª Região (TRF2), essa joia arquitetônica atemporal tem como vizinhos ilustres o Theatro Municipal, o Museu de Belas Artes, a Biblioteca Nacional, o Palácio Pedro Ernesto, entre outras construções culturais históricas.
Com a frase esculpida na medalha comemorativa — Cultura Imago est Cuius Sumus, est Pars Nostri, est in Nobis, que, traduzindo do latim para o português, significa “Cultura é uma imagem de quem somos, é parte de nós, está em nós” —, o Centro Cultural Justiça Federal acredita piamente que a ampliação do acesso à cultura é estratégica para uma sociedade mais democrática e plural. No verso da medalha, outra frase, também de origem latina, reforça a máxima citada anteriormente: Cultura Populi Maximum Beneficium est, ou seja, “A cultura do povo é o maior benefício”. Que esses 25 anos se multipliquem inúmeras vezes mais.
Centro Cultural Justiça Federal (CCJF)
Anverso
A composição traz a marca do CCJ centralizada sobre rosácea inspirada no emblemático vitral amarelo e verde do belo palacete que abriga o Centro Cultural Justiça Federal. Para a representação do vitral foi utilizada a técnica tampografia. Acompanhando a orla, em leitura superior e inferior respectivamente, as legendas: CULTURA IMAGO EST CUIUS SUMUS • EST PARS NOSTRI, EST IN NOBIS.
Reverso
Inspirados em elementos da arquitetura, a efígie da Justiça, folhas de acalanto e esplendor fazem alusão ao entalhes das magníficas portas do palacete cultural. À direita, surgem em relevo incavo texturizado para maior destaque sob pátina a marca CCJF e as legendas: CULTURA POPULI • MAXIMUM BENEFICIUM EST. Complementa a arte o logo CMB.
| Bronze | |
| Peso | 55 ± 1,65 g |
| Título | Cu 95% e Zn 5% |
| Tiragem | 200 |
| Concepção Artística | |
| Criação Anverso | Ricardo Horta |
| Modelagem Anverso e Reverso | Luiz Henrique Peixoto & Fernanda Costa |
| Criação Reverso | Glória Dias |
| Lançamento | |
| Ano | 2026 |
| Tamanho | |
| Diâmetro | 50 ± 0,2 mm |




