150 anos da Diretoria de Hidrografia e Navegação Marinha Do Brasil
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A medalha comemorativa dos 150 anos da Diretoria de Hidrografia e Navegação (DHN), cunhada pela Casa da Moeda do Brasil, simboliza um século e meio de dedicação à construção do conhecimento sobre o mar e as águas interiores do País. Mais do que um objeto metálico, essa peça materializa o legado institucional, técnico e científico que permitiu ao Brasil conhecer, mapear e proteger seu litoral, seus rios e seus portos.
Ao longo desse período, a DHN realizou levantamentos hidrográficos que estruturaram a cartografia náutica nacional, viabilizando a navegação segura ao longo da costa, na Amazônia Azul, em portos estratégicos e em hidrovias interiores. Com base em rigorosos dados geofísicos e geológicos marinhos, contribuiu de forma decisiva para a ampliação pacífica dos limites marítimos brasileiros, fortalecendo o conhecimento e a presença do País em sua dimensão marítima. Seus serviços de meteorologia e oceanografia consolidaram-se como instrumentos essenciais à segurança da navegação, fornecendo informações precisas que sustentam decisões estratégicas, orientam operações navais e contribuem para a salvaguarda da vida humana no mar. Os auxílios à navegação, materializados em faróis, boias e balizas ao longo do litoral brasileiro, tornaram-se símbolos visíveis da missão da DHN, guiando gerações de navegadores com constância, precisão e confiança.
Essa medalha eterniza em metal a história de gerações de profissionais que dedicaram suas vidas ao serviço do Brasil, preservando a memória de uma instituição que transformou ciência em segurança e conhecimento em legado.
“Mares Sondados, Destinos Conectados.”
DHN 150 anos (1876-2026).
Marinha do Brasil – Diretoria de Hidrografia e Navegação
Anverso
O feixe de luz de um farol apontando para o Leste ilumina os 150 anos da Diretoria de Hidrografia e navegação (DHN), guiando os navegantes que se aventuram onde o céu encontra o mar nas águas do Mar Brasileiro, nossa Amazônia Azul. O mar ondulante em linhas suaves aos pés do farol também se estende para o Leste, sob a vigília das estrelas do Cruzeiro do Sul – nossa rosa-dos-ventos celeste, observadas por um sextante, inequívoco símbolo da arte da navegação marítima. A mescla de símbolos é circundada pelas legendas DIRETORIA DE HIDROGRAFIA E NAVEGAÇÃO ׀ MARINHA DO BRASIL separadas por duas âncoras e pelas eras 1876 ׀ 2026. Aludindo ao universo marítimo, um cabo retorcido na borda da orla complementa a arte.
Reverso
A arte apresenta o mapa do Brasil com destaque à sua extensa costa e principais rios, muitos deles navegáveis interiores. No entorno da costa, em azul degradê tampografado, observa-se toda a área do Mar Brasileiro, nossa Amazônia Azul. Representando a Esquadra Branca, constituída por dezenas de navios que serviram à missão da DHN, o Navio de Pesquisa Hidroceanográfico (NPqHo) Vital de Oliveira, o H39, encontra-se na parte inferior da medalha. Um ágil, resoluto e simpático, audacioso e viril bode é colorido na cor verde pela técnica tampografia. Ele espelha o símbolo heráldico informal do Serviço Hidrográfico Brasileiro e adorna as superestruturas de todos os navios e lanchas do Serviço Hidrográfico. Acima, em semicírculo, o lema da DHN é representado pela legenda “RESTARÁ SEMPRE MUITO QUE FAZER...” Aludindo ao universo marítimo, um cabo retorcido na borda da orla complementa a arte.
| Prata | |
| Tiragem | 100 |
| Peso | 64 ± 0,64 g |
| Título | 925 |
| Bronze | |
| Peso | 55g ± 1,65 g |
| Tiragem | 300 |
| Bronze Dourado | |
| Tiragem | 100 |
| Peso | 55g ± 1,65 g |
| Concepção Artística | |
| Criação e Modelagem | Monique Porto |
| Lançamento | |
| Ano | 2026 |
| Tamanho | |
| Diâmetro | 50 mm |






